SAU-01 · Saúde
Taxa de mortalidade infantil
Como ler este indicador
Impacto para o país
- Se o número sobe
- Mais bebês morrem antes de completar um ano, sinal de piora na saúde, no saneamento ou nas condições de vida.
- Se o número desce
- Menos mortes de bebês, sinal de melhor atendimento à gestante e à criança e de melhores condições de vida.
- O ideal
- A menor taxa possível, em linha com a meta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para a mortalidade de crianças.
- Para que serve
- Mortes de bebês antes de 1 ano a cada mil nascidos vivos.
- Por que importa
- É um dos principais retratos da saúde e das condições de vida.
- Leitura
- Quanto menor, melhor Menos mortes infantis é melhor.
- Meta oficial
- ODS 3.2: até 2030, mortalidade neonatal de no máximo 12 e de menores de 5 anos de no máximo 25 por 1.000 nascidos vivos. Fonte: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (Agenda 2030 da ONU, assinada pelo Brasil em 2015), meta 3.2. A meta trata de mortalidade neonatal e de menores de 5 anos, não exatamente de menores de 1 ano (este indicador).
Referência — mandato completo (2019–2022 × 2023–2025): Bolsonaro (2019–2022) (12,10 × 12,45) — 2026 ainda não tem dado publicado nesta métrica (ou é soma/variação anual, que não se compara com meio ano).
Só o dado mais recente (mesma altura de cada mandato, inclui 2026): Bolsonaro (2019–2022) (No 3º período do mandato: 2021 = 11,90 × 2025 = 12,17)
Anos completos (2026 fora): Bolsonaro (2019–2022)
Sem os anos da pandemia (2020 e 2021): empate técnico — a pandemia muda o lado mais favorável neste indicador.
Média anual (por 1.000 nascidos vivos) — média de 2019–2022: 12,10 · 2023–2025: 12,45 (por 1.000 nascidos vivos).
Compara resultados, não prova que o governo os causou: pandemia (2020–2021), cenário externo, Congresso, Banco Central e estados também influenciam. Nos anos completos, 2026 não entra (ano em curso); na comparação até o último dado, 2026 entra como período parcial, sempre contra os mesmos meses de 2019–2022. Diferença menor que 10% da variação típica anual conta como empate. Ver todos os indicadores e montar um painel com pesos.
Como as decisões do governo afetam este número no tempo
- Curto prazo · até 1 anoMuda pouco em um ano: vacinação, pré-natal e atenção básica agem aos poucos.
- Médio prazo · 1 a 4 anosFinanciamento da atenção básica, saneamento e transferência de renda ajudam a reduzir mortes evitáveis.
- Longo prazo · mais de 4 anosEscolaridade das mães, saneamento e renda reduzem a mortalidade infantil ao longo de gerações.
- Herança
- O dado reflete redes de saúde e condições de vida construídas antes; o registro oficial é consolidado com atraso.
- Peso do governo federal
- Baixo: depende mais de estados, mercado, clima ou cenário externo Municípios (atenção básica), estados (hospitais), saneamento, renda e escolaridade.
Dados até 2025 · coletado em 13/10/2026, 21:40 · SIM e SINASC (DATASUS): finais até 2024; 2025 preliminar (nota do TabNet), sujeito a revisão.
Comparação entre os períodos
Valor anual publicado. Resumo: média dos anos. Bolsonaro: 2019–2022. Lula: 2023–2025 (3 ano(s) completo(s); 2026 não entra).
Atenção ao comparar
- Quantidade de anos diferente: Bolsonaro 4 ano(s) com dado; Lula 3 ano(s) completo(s) com dado (2026 não entra).
Quanto menor, melhor. Número mais alto é pior para o país. Menos mortes infantis é melhor.
Tabela com os dados do gráfico
| Período | Mandato | Média anual (por 1.000 nascidos vivos) | Estado / nota |
|---|---|---|---|
| 2019 | Bolsonaro 2019–2022 | 12,39 | Definitivo |
| 2020 | Bolsonaro 2019–2022 | 11,52 | Definitivo |
| 2021 | Bolsonaro 2019–2022 | 11,90 | Definitivo |
| 2022 | Bolsonaro 2019–2022 | 12,59 | Definitivo |
| 2023 | Lula 2023–2026 | 12,62 | Definitivo |
| 2024 | Lula 2023–2026 | 12,56 | Definitivo |
| 2025 | Lula 2023–2026 | 12,17 | Preliminar |
Abrir no comparador (janela personalizada, lacunas, revisões e fonte original).
Notas da coleta
- Método direto: óbitos de menores de 1 ano (SIM, por residência) ÷ nascidos vivos (SINASC, por residência da mãe) × 1.000, sem correção de sub-registro.
- A projeção do IBGE (tabela 7362) é estimativa, não observação, e não é usada.
Ficha metodológica
- Definição e unidade
- óbitos de menores de 1 ano por 1.000 nascidos vivos.
- Fonte e URL oficial
- Ministério da Saúde, DATASUS, TabNet: tabulação oficial agregada, consultada por formulário (POST) com resposta em CSV, um arquivo por ano. Numerador: SIM, óbitos de menores de 1 ano por residência (
sim/cnv/inf10uf.def, linha "Ano do Óbito", medida "Óbitos p/Residênc", arquivosinfuf{aa}.dbf). Denominador: SINASC, nascidos vivos por residência da mãe (sinasc/cnv/nvuf.def, linha "Ano do nascimento", medida "Nascim p/resid.mãe", arquivosnvuf{aa}.dbf). http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sim/cnv/inf10uf.def e http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinasc/cnv/nvuf.def ·SRC-MS-DATASUS. Não exige decodificar arquivos DBC; os microdados (FTPSRC-MS-DATASUS-FTPe CSV do Portal de Dados Abertos do SUS) ficam como alternativa de conferência. - Periodicidade e cobertura
- anual. Usado: 2018 até o último ano disponível.
- Atualização
- último dado verificado 2025, preliminar (coleta de 13/10/2026). Notas do TabNet: dados finais até 2024; 2025 preliminar; 2026 em "2ª prévia" (parcial, não usado). O SIM e o SINASC consolidam um ano com cerca de 12 a 18 meses de defasagem.
- Método de cálculo
- TMI = óbitos de menores de 1 ano ÷ nascidos vivos × 1.000, por ano, pelo local de residência.
- Método direto, sem correção de sub-registro (decisão documentada; pendência P7 resolvida). A projeção do IBGE (SIDRA 7362) é estimativa, não observação, e não é usada.
- C1: média anual 2019–2022 × 2023–2025 (2025 preliminar, com selo) e variação desde a linha de base. C2: anos equivalentes. C3: série.
- Estado
- definitivo até 2024; preliminar em 2025 (nota do TabNet), sujeito a revisão.
- Limitações e fatores externos
- o método direto não corrige o sub-registro, que é desigual entre regiões, e por isso o nível difere da projeção do IBGE; anos preliminares podem mudar (o total de nascidos vivos de 2025 preliminar supera o de 2024 definitivo); competência majoritariamente municipal e estadual na assistência.
- Influência federal
- Baixa.
- Comparações disponíveis
- C1 ✔ (4 × 3, com 2025 preliminar) · C2 ✔ · C3 ✔
Fontes e proveniência
- SRC-MS-DATASUS — DATASUS · TabNet
- SRC-MS-DATASUS-FTP — DATASUS · Microdados SIM e SINASC (FTP)
| Série | Unidade | Observações | Snapshot |
|---|---|---|---|
Taxa de mortalidade infantil (por 1.000 nascidos vivos) SAU-01:tmi | por 1.000 nascidos vivos | 8 (2018 a 2025) | SRC-MS-DATASUS:a8374dfcc61f5b3d |
Óbitos de menores de 1 ano, por residência (SIM) TABNET:obitos-infantis | óbitos | 8 (2018 a 2025) | SRC-MS-DATASUS:a8374dfcc61f5b3d |
Nascidos vivos, por residência da mãe (SINASC) TABNET:nascidos-vivos | nascidos vivos | 8 (2018 a 2025) | SRC-MS-DATASUS:a83a4aebfad613c3 |
Propostas dos candidatos para saúde — em página separada (módulo Eleição 2026).