Módulo Histórico

Bolsonaro 2019–2022 × Lula 2023–2026

Resultados observados em dados oficiais. 2026 é parcial (até a última data publicada). Não há atribuição automática ao presidente.

Azul: Jair Bolsonaro (2019–2022) e Flávio Bolsonaro (candidato) · Vermelho: Lula. A cor identifica o lado; os resultados de 2019–2022 são do governo Jair Bolsonaro, não de Flávio, que não exerceu a Presidência.

SAU-01 · Saúde

Taxa de mortalidade infantil

Dado oficialPreliminarParcialInfluência federal: Baixa

Como ler este indicador

Impacto para o país

Se o número sobe
Mais bebês morrem antes de completar um ano, sinal de piora na saúde, no saneamento ou nas condições de vida.
Se o número desce
Menos mortes de bebês, sinal de melhor atendimento à gestante e à criança e de melhores condições de vida.
O ideal
A menor taxa possível, em linha com a meta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para a mortalidade de crianças.
Para que serve
Mortes de bebês antes de 1 ano a cada mil nascidos vivos.
Por que importa
É um dos principais retratos da saúde e das condições de vida.
Leitura
Quanto menor, melhor Menos mortes infantis é melhor.
Meta oficial
ODS 3.2: até 2030, mortalidade neonatal de no máximo 12 e de menores de 5 anos de no máximo 25 por 1.000 nascidos vivos. Fonte: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (Agenda 2030 da ONU, assinada pelo Brasil em 2015), meta 3.2. A meta trata de mortalidade neonatal e de menores de 5 anos, não exatamente de menores de 1 ano (este indicador).

Referência — mandato completo (2019–2022 × 2023–2025): Bolsonaro (2019–2022) (12,10 × 12,45) — 2026 ainda não tem dado publicado nesta métrica (ou é soma/variação anual, que não se compara com meio ano).

Só o dado mais recente (mesma altura de cada mandato, inclui 2026): Bolsonaro (2019–2022) (No 3º período do mandato: 2021 = 11,90 × 2025 = 12,17)

Anos completos (2026 fora): Bolsonaro (2019–2022)

Sem os anos da pandemia (2020 e 2021): empate técnico — a pandemia muda o lado mais favorável neste indicador.

Média anual (por 1.000 nascidos vivos) — média de 2019–2022: 12,10 · 2023–2025: 12,45 (por 1.000 nascidos vivos).

Compara resultados, não prova que o governo os causou: pandemia (2020–2021), cenário externo, Congresso, Banco Central e estados também influenciam. Nos anos completos, 2026 não entra (ano em curso); na comparação até o último dado, 2026 entra como período parcial, sempre contra os mesmos meses de 2019–2022. Diferença menor que 10% da variação típica anual conta como empate. Ver todos os indicadores e montar um painel com pesos.

Como as decisões do governo afetam este número no tempo

  1. Curto prazo · até 1 anoMuda pouco em um ano: vacinação, pré-natal e atenção básica agem aos poucos.
  2. Médio prazo · 1 a 4 anosFinanciamento da atenção básica, saneamento e transferência de renda ajudam a reduzir mortes evitáveis.
  3. Longo prazo · mais de 4 anosEscolaridade das mães, saneamento e renda reduzem a mortalidade infantil ao longo de gerações.
Herança
O dado reflete redes de saúde e condições de vida construídas antes; o registro oficial é consolidado com atraso.
Peso do governo federal
Baixo: depende mais de estados, mercado, clima ou cenário externo Municípios (atenção básica), estados (hospitais), saneamento, renda e escolaridade.

Dados até 2025 · coletado em 13/10/2026, 21:40 · SIM e SINASC (DATASUS): finais até 2024; 2025 preliminar (nota do TabNet), sujeito a revisão.

Comparação entre os períodos

Valor anual publicado. Resumo: média dos anos. Bolsonaro: 2019–2022. Lula: 2023–2025 (3 ano(s) completo(s); 2026 não entra).

Atenção ao comparar

  • Quantidade de anos diferente: Bolsonaro 4 ano(s) com dado; Lula 3 ano(s) completo(s) com dado (2026 não entra).

Quanto menor, melhor. Número mais alto é pior para o país. Menos mortes infantis é melhor.

Bolsonaro 2019–2022
Média dos anos (4) · Média aritmética
12,10 por 1.000 nascidos vivos
Média dos valores anuais
Lula 2023–2026
Média dos anos (3) · Média aritmética
12,45 por 1.000 nascidos vivos
Média dos valores anuais
Tabela com os dados do gráfico
Valores por ano civil
PeríodoMandatoMédia anual (por 1.000 nascidos vivos)Estado / nota
2019Bolsonaro 2019–202212,39Definitivo
2020Bolsonaro 2019–202211,52Definitivo
2021Bolsonaro 2019–202211,90Definitivo
2022Bolsonaro 2019–202212,59Definitivo
2023Lula 2023–202612,62Definitivo
2024Lula 2023–202612,56Definitivo
2025Lula 2023–202612,17Preliminar

Abrir no comparador (janela personalizada, lacunas, revisões e fonte original).

Notas da coleta

  • Método direto: óbitos de menores de 1 ano (SIM, por residência) ÷ nascidos vivos (SINASC, por residência da mãe) × 1.000, sem correção de sub-registro.
  • A projeção do IBGE (tabela 7362) é estimativa, não observação, e não é usada.

Ficha metodológica

Definição e unidade
óbitos de menores de 1 ano por 1.000 nascidos vivos.
Fonte e URL oficial
Ministério da Saúde, DATASUS, TabNet: tabulação oficial agregada, consultada por formulário (POST) com resposta em CSV, um arquivo por ano. Numerador: SIM, óbitos de menores de 1 ano por residência (sim/cnv/inf10uf.def, linha "Ano do Óbito", medida "Óbitos p/Residênc", arquivos infuf{aa}.dbf). Denominador: SINASC, nascidos vivos por residência da mãe (sinasc/cnv/nvuf.def, linha "Ano do nascimento", medida "Nascim p/resid.mãe", arquivos nvuf{aa}.dbf). http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sim/cnv/inf10uf.def e http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinasc/cnv/nvuf.def · SRC-MS-DATASUS. Não exige decodificar arquivos DBC; os microdados (FTP SRC-MS-DATASUS-FTP e CSV do Portal de Dados Abertos do SUS) ficam como alternativa de conferência.
Periodicidade e cobertura
anual. Usado: 2018 até o último ano disponível.
Atualização
último dado verificado 2025, preliminar (coleta de 13/10/2026). Notas do TabNet: dados finais até 2024; 2025 preliminar; 2026 em "2ª prévia" (parcial, não usado). O SIM e o SINASC consolidam um ano com cerca de 12 a 18 meses de defasagem.
Método de cálculo
  • TMI = óbitos de menores de 1 ano ÷ nascidos vivos × 1.000, por ano, pelo local de residência.
  • Método direto, sem correção de sub-registro (decisão documentada; pendência P7 resolvida). A projeção do IBGE (SIDRA 7362) é estimativa, não observação, e não é usada.
  • C1: média anual 2019–2022 × 2023–2025 (2025 preliminar, com selo) e variação desde a linha de base. C2: anos equivalentes. C3: série.
Estado
definitivo até 2024; preliminar em 2025 (nota do TabNet), sujeito a revisão.
Limitações e fatores externos
o método direto não corrige o sub-registro, que é desigual entre regiões, e por isso o nível difere da projeção do IBGE; anos preliminares podem mudar (o total de nascidos vivos de 2025 preliminar supera o de 2024 definitivo); competência majoritariamente municipal e estadual na assistência.
Influência federal
Baixa.
Comparações disponíveis
C1 ✔ (4 × 3, com 2025 preliminar) · C2 ✔ · C3 ✔

Fontes e proveniência

Séries coletadas e snapshots
SérieUnidadeObservaçõesSnapshot
Taxa de mortalidade infantil (por 1.000 nascidos vivos) SAU-01:tmipor 1.000 nascidos vivos8 (2018 a 2025)SRC-MS-DATASUS:a8374dfcc61f5b3d
Óbitos de menores de 1 ano, por residência (SIM) TABNET:obitos-infantisóbitos8 (2018 a 2025)SRC-MS-DATASUS:a8374dfcc61f5b3d
Nascidos vivos, por residência da mãe (SINASC) TABNET:nascidos-vivosnascidos vivos8 (2018 a 2025)SRC-MS-DATASUS:a83a4aebfad613c3

Propostas dos candidatos para saúde — em página separada (módulo Eleição 2026).