Cenários hipotéticos
Contas do tipo “se… então” sobre temas das propostas documentadas, com premissas que você pode mudar. Não são previsões, não são resultados e não dizem o que um candidato vai conseguir.
Três tipos de número, sempre separados: Dado oficial observado (IBGE, BCB) · Projeção mediana de instituição identificada (Focus, pesquisa de 02/10/2026) · Hipótese premissa sua ou meta declarada em proposta verificada.
O Eleitor Informado faz só aritmética simples com fórmula publicada. Não calcula probabilidades, não estima custos sem fonte e não usa a média dos anos anteriores para prever os próximos. Quando faltam dados, o cenário é qualitativo e lista o que falta.
Cenário hipotéticoConta aritmética com premissas
Crescimento do PIB, 2026–2030
| Ano | Projeção Projeção institucional (Focus) |
|---|---|
| 2026 | 1,85% · índice 101,9 |
| 2027 | 1,40% · índice 103,3 |
| 2028 | 1,81% · índice 105,2 |
| 2029 | 2,00% · índice 107,3 |
| 2030 | 2,00% · índice 109,4 |
| Acumulado 2027–2030 | 7,4% |
| Média anual 2027–2030 | 1,80% |
2026 usa a mediana Focus em todas as colunas (o ano já está em curso). Os números da hipótese são consequência aritmética da premissa, não estimativa de que ela vá ocorrer.
Observado (IBGE), 2019–2025 — não usado para projetar
| Ano | Crescimento real (%) | Estado do dado |
|---|---|---|
| 2019 | 1,2 | revisado |
| 2020 | -3,3 | revisado |
| 2021 | 4,8 | revisado |
| 2022 | 3,0 | revisado |
| 2023 | 3,2 | revisado |
| 2024 | 3,4 | revisado |
| 2025 | 2,3 | preliminar |
A média dos anos anteriores não é extrapolada para o futuro.
Propostas documentadas relacionadas
Nenhuma proposta verificada ligada a este cenário. 1 item extraído dos planos do TSE aguarda revisão de duas pessoas.
Citar uma proposta aqui não significa que ela será implementada nem que produzirá o resultado da conta. Nenhum resultado futuro é atribuído a candidato.
- 1. Indicadores de referência
- 2. Horizonte temporal
- 2026 a 2030 (2026 em curso; 2027–2030 = próximo mandato).
- 3. Premissas
- 2026: mediana Focus em todas as hipóteses (o ano já está em curso).
- 2027–2030: mediana Focus (base) ou taxa anual escolhida pelo usuário (alternativa).
- Crescimento real anual, como no Sistema de Contas Nacionais do IBGE.
- 4. Fontes dos parâmetros
- 5. Método de cálculo
- Índice encadeado: Índice(t) = Índice(t−1) × (1 + g(t)/100), base 2026 = 100; crescimento acumulado = Π(1 + g/100) − 1; média anual geométrica.
- 6. Cenário base e alternativas
- Base: medianas Focus. Alternativas: taxa uniforme escolhida pelo usuário e, quando a proposta estiver verificada, a meta numérica declarada no plano registrado.
- 7. Incertezas e limitações
- As medianas Focus são expectativas de agentes de mercado e mudam toda semana; não são previsões do Eleitor Informado.
- Uma meta declarada é um objetivo, não uma estimativa: a conta mostra só o que ela implica aritmeticamente.
- O dado observado de 2025 ainda é preliminar e pode ser revisado.
- 8. Possíveis impactos fiscais
- Crescimento maior ou menor altera receita, a relação dívida/PIB e, pelas regras em vigor, o reajuste do salário mínimo dois anos depois. Nenhum valor é estimado aqui.
- 9. Dependências legislativas e administrativas
- Legislativas:
- Metas de crescimento não são votadas; as medidas citadas nos planos para alcançá-las dependem de leis, PECs e do orçamento (ver Processo legislativo).
- Execução de investimentos, concessões e regulação por ministérios e agências.
- 10. Fatores externos
- Economia mundial e preços de commodities
- Juros (Selic, definida pelo Banco Central com autonomia legal)
- Câmbio
- Clima e safra agrícola
- Crises financeiras e sanitárias
Cenário hipotéticoConta aritmética com premissas
Salário mínimo pela regra legal, 2027–2030
| Ano | INPC aplicado | PIB de dois anos antes | Ganho real aplicado | Hipótese Salário mínimo |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | vigente (oficial) | R$ 1.621 | ||
| 2027 | 5,01% | 2,30% | 2,30% | R$ 1.742 |
| 2028 | 4,30% | 1,85% | 1,85% | R$ 1.851 |
| 2029 | 3,80% | 1,40% | 1,40% | R$ 1.949 |
| 2030 | 3,51% | 1,81% | 1,81% | R$ 2.054 |
De 2026 a 2030: alta nominal de 26,7%, dos quais o INPC suposto responde por 17,7% e o ganho real acumulado por 7,7% (o arredondamento para o real inteiro superior explica pequenas diferenças).
Valores oficiais e validação da fórmula
| Ano | Salário mínimo oficial (jan.) |
|---|---|
| 2022 | R$ 1.212 |
| 2023 | R$ 1.302 |
| 2024 | R$ 1.412 |
| 2025 | R$ 1.518 |
| 2026 | R$ 1.621 |
Com o INPC de novembro e o PIB oficiais, a fórmula reproduz exatamente os reajustes de 2024, 2025 e 2026 (teste automatizado).
Propostas documentadas relacionadas
Nenhuma proposta verificada ligada a este cenário. 1 item extraído dos planos do TSE aguarda revisão de duas pessoas.
Citar uma proposta aqui não significa que ela será implementada nem que produzirá o resultado da conta. Nenhum resultado futuro é atribuído a candidato.
- 1. Indicadores de referência
- 2. Horizonte temporal
- Reajustes de 1º de janeiro de 2027 a 2030 (o limite da Lei 15.077/2024 vale até 2030).
- 3. Premissas
- Regra em vigor: INPC de 12 meses até novembro do ano anterior + crescimento real do PIB de dois anos antes (Lei 14.663/2023, art. 3º).
- Ganho real entre 0,6% e o índice apurado pelo arcabouço fiscal, com teto de 2,5% (Lei 15.077/2024, art. 4º; LC 200/2023, art. 5º, §1º). O índice apurado depende da receita e é uma premissa (padrão: 2,5%).
- INPC futuro: premissa do usuário. A Focus não projeta o INPC; o padrão usa a mediana Focus do IPCA do mesmo ano, que é outro índice.
- PIB de dois anos antes: observado (2025, preliminar) e medianas Focus (2026–2028).
- 4. Fontes dos parâmetros
- 5. Método de cálculo
- SM(t) = ⌈SM(t−1) × (1 + INPC/100) × (1 + ganho real/100)⌉, arredondado para o real inteiro superior (Lei 14.663, art. 3º, §6º). Validada com os reajustes de 2024, 2025 e 2026, que a fórmula reproduz exatamente com os dados oficiais.
- 6. Cenário base e alternativas
- Base: regra em vigor com INPC = IPCA Focus e teto de 2,5%. Alternativas: INPC e índice do arcabouço escolhidos pelo usuário. A regra pode ser mudada por lei.
- 7. Incertezas e limitações
- A regra vale como está hoje; qualquer governo pode propor mudá-la ao Congresso.
- A Lei 15.077/2024 fixa piso de 0,6%, e a Lei 14.663/2023 diz que PIB negativo não dá ganho real; a conta segue a segunda nesse caso (interpretação a confirmar).
- O PIB usado é o divulgado pelo IBGE até o fim do ano anterior ao reajuste; revisões mudam o resultado.
- 8. Possíveis impactos fiscais
- O salário mínimo é o piso dos benefícios da Previdência (CF, art. 201, §2º) e o valor do BPC, por isso o reajuste afeta a despesa primária. O impacto em reais não é estimado aqui: falta a estimativa oficial por real de aumento.
- 9. Dependências legislativas e administrativas
- Legislativas:
- Manter a regra: nenhuma votação. Mudá-la: lei ordinária (maioria simples), respeitado o arcabouço (lei complementar).
- Decreto anual do Poder Executivo fixa o valor (Lei 14.663, art. 4º).
- 10. Fatores externos
- Inflação de alimentos e energia (pesa no INPC)
- Crescimento econômico de dois anos antes
- Receita federal (define o índice do arcabouço)
- Dados que faltam para uma projeção quantitativa
- Estimativa oficial do impacto fiscal de cada R$ 1 de aumento do salário mínimo (a confirmar nos anexos da Lei de Diretrizes Orçamentárias)
- Projeção institucional do INPC
Cenário hipotéticoConta aritmética com premissas
Dívida bruta do governo geral, 2026–2030
| Ano | Juros implícitos (% a.a.) | PIB real (%) | Inflação/deflator (%) | Resultado primário (% do PIB; + superávit) |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | ||||
| 2027 | ||||
| 2028 | ||||
| 2029 | ||||
| 2030 |
Referência para os juros: taxa implícita observada na dívida bruta de 11,32% em 2023, 10,71% em 2024, 12,69% em 2025 e 13,05% em 12 meses até 08/2026 (BCB, tabelas 23 e 24).
| Ano | Hipótese identidade | Projeção mediana Focus da dívida | PIB nominal |
|---|---|---|---|
| 2025 | 78,64 | — | — |
| 2026 | 83,9 | 83,4 | 6,95% |
| 2027 | 89,2 | 87,3 | 5,76% |
| 2028 | 93,6 | 90,4 | 5,68% |
| 2029 | 97,6 | 92,9 | 5,58% |
| 2030 | 101,8 | 95,1 | 5,57% |
Com parâmetros observados, a identidade simples errou em até 2,4 ponto(s) percentual(is) do PIB por ano em 2023–2025. Leia cada valor da hipótese com essa margem, que se acumula ao longo dos anos.
Validação histórica da identidade (2023, 2024, 2025)
| Ano | Identidade (parâmetros observados) | Observado (dezembro) | Diferença (p.p. do PIB) |
|---|---|---|---|
| 2023 | 76,19 | 73,83 | −2,36 |
| 2024 | 75,81 | 76,27 | +0,46 |
| 2025 | 81,02 | 78,64 | −2,38 |
Parâmetros observados: taxa implícita anual (BCB, tabela 23), PIB real (IBGE), IPCA como deflator e resultado primário do setor público consolidado (BCB/SGS 5793). A diferença reflete ajustes patrimoniais (câmbio, privatizações, operações do Banco Central), o IPCA no lugar do deflator do PIB e a diferença de cobertura.
Propostas documentadas relacionadas
Nenhuma proposta verificada ligada a este cenário. 3 itens extraídos dos planos do TSE aguardam revisão de duas pessoas.
Citar uma proposta aqui não significa que ela será implementada nem que produzirá o resultado da conta. Nenhum resultado futuro é atribuído a candidato.
- 1. Indicadores de referência
- 2. Horizonte temporal
- 2026 a 2030 (2026 em curso); a Focus traz a dívida bruta até 2035.
- 3. Premissas
- Ponto de partida: dívida bruta do governo geral em dezembro de 2025 (BCB/SGS 13762).
- Juros implícitos: premissa do usuário. Padrão = mediana Focus da Selic de cada ano, como substituta declarada (a Focus não projeta a taxa implícita, que também depende de títulos prefixados e indexados à inflação).
- Crescimento real: mediana Focus do PIB. Deflator do PIB: mediana Focus do IPCA, como substituta declarada.
- Resultado primário: mediana Focus (setor público consolidado), como substituta do governo geral.
- 4. Fontes dos parâmetros
- 5. Método de cálculo
- Identidade contábil: d(t) = d(t−1) × (1 + i)/(1 + g) − s, com d = dívida/PIB, i = juros implícitos, g = crescimento nominal do PIB = (1 + real)(1 + inflação) − 1 e s = resultado primário (% do PIB, positivo = superávit).
- 6. Cenário base e alternativas
- Base: parâmetros Focus (com as substitutas declaradas). Alternativas: juros, crescimento, inflação e resultado primário escolhidos pelo usuário. A mediana Focus da própria dívida aparece ao lado, como projeção institucional independente.
- 7. Incertezas e limitações
- Validação histórica: com os parâmetros observados, a identidade simples errou o resultado de 2023 a 2025 em até 2,4 pontos percentuais do PIB por ano (tabela de validação), por causa de ajustes patrimoniais, do IPCA no lugar do deflator e da diferença de cobertura do resultado primário.
- Juros, inflação e crescimento mudam a trajetória mais que o resultado primário em horizontes curtos.
- Mudanças nas regras fiscais exigem lei complementar.
- 8. Possíveis impactos fiscais
- É o próprio tema fiscal: a trajetória depende do resultado primário, dos juros e do crescimento.
- 9. Dependências legislativas e administrativas
- Legislativas:
- Reformular regras fiscais: lei complementar (maioria absoluta: 257 deputados e 41 senadores).
- Mudanças constitucionais nas despesas: PEC (três quintos).
- Lei de Diretrizes Orçamentárias e orçamento anual
- Contingenciamento e execução da despesa
- Política monetária (Banco Central, com autonomia legal)
- 10. Fatores externos
- Juros internacionais e câmbio
- Inflação
- Ciclo econômico
- Decisões judiciais com impacto fiscal
- Dados que faltam para uma projeção quantitativa
- Projeção institucional da taxa de juros implícita e do deflator do PIB (a Focus não traz)
Cenário hipotéticoQualitativo: dados insuficientes para projeção
Metas de desmatamento
Propostas documentadas relacionadas
Nenhuma proposta verificada ligada a este cenário. 2 itens extraídos dos planos do TSE aguardam revisão de duas pessoas.
Citar uma proposta aqui não significa que ela será implementada nem que produzirá o resultado da conta. Nenhum resultado futuro é atribuído a candidato.
- 1. Indicadores de referência
- 2. Horizonte temporal
- Até 2029–2030, conforme as metas dos planos.
- 3. Premissas
- Sem projeção: as séries de desmatamento ainda não foram coletadas pelo Eleitor Informado.
- 4. Fontes dos parâmetros
- 5. Método de cálculo
- Qualitativo. As metas usam conceitos diferentes (desmatamento ilegal × desmatamento líquido) e não podem ser comparadas diretamente com uma mesma série.
- 6. Cenário base e alternativas
- Não há base quantitativa enquanto as séries não forem coletadas.
- 7. Incertezas e limitações
- “Ilegal” exige cruzar o desmatamento com autorizações de supressão, que não estão no PRODES.
- “Líquido” exige medir regeneração e reflorestamento, com outra metodologia.
- 8. Possíveis impactos fiscais
- Nenhuma estimativa de custo com método público foi registrada para as propostas deste tema; o Eleitor Informado não estima custos.
- 9. Dependências legislativas e administrativas
- Legislativas:
- Mudanças no Código Florestal ou no licenciamento: lei ordinária ou complementar, conforme o tema.
- Fiscalização do IBAMA e do ICMBio
- Ações dos estados (licenças e fiscalização estaduais)
- Cadastro Ambiental Rural
- 10. Fatores externos
- Preços de commodities agrícolas e câmbio
- Secas e incêndios
- Crime organizado ambiental
- Acordos comerciais com exigências ambientais
- Dados que faltam para uma projeção quantitativa
- PRODES Amazônia e Cerrado (AMB-01, AMB-02)
- DETER (AMB-03)
- Autorizações de supressão de vegetação (para separar o legal do ilegal)
- Medida oficial de regeneração (para o desmatamento líquido)
Cenário hipotéticoQualitativo: dados insuficientes para projeção
Segurança pública: investimento federal e sistema prisional
Propostas documentadas relacionadas
Nenhuma proposta verificada ligada a este cenário. 5 itens extraídos dos planos do TSE aguardam revisão de duas pessoas.
Citar uma proposta aqui não significa que ela será implementada nem que produzirá o resultado da conta. Nenhum resultado futuro é atribuído a candidato.
- 1. Indicadores de referência
- 2. Horizonte temporal
- 2027–2030.
- 3. Premissas
- Sem projeção: a despesa federal em segurança (SEG-04) e as vagas do sistema prisional não foram coletadas.
- 4. Fontes dos parâmetros
- SIOP/Tesouro — despesa por função (a coletar)
- SISDEPEN — vagas e população prisional (a coletar)
- 5. Método de cálculo
- Qualitativo. Para “dobrar o investimento”, falta a base de referência (ano e valor) e a definição de investimento.
- 6. Cenário base e alternativas
- Não há base quantitativa.
- 7. Incertezas e limitações
- A maior parte da execução da segurança pública é estadual.
- Efeitos de política sobre crimes têm defasagem e muitos fatores; os dados não identificam causa.
- 8. Possíveis impactos fiscais
- Nenhuma estimativa de custo com método público foi registrada para as propostas deste tema; o Eleitor Informado não estima custos.
- 9. Dependências legislativas e administrativas
- Legislativas:
- Mudanças penais e processuais: lei ordinária.
- Maioridade penal e redistribuição de competências: PEC (três quintos), segundo a interpretação predominante; requer revisão jurídica.
- Orçamento anual
- Convênios com estados
- Construção e gestão de presídios (federais e estaduais)
- 10. Fatores externos
- Dinâmica de facções e do tráfico
- Situação econômica e social
- Decisões judiciais sobre execução penal
- Dados que faltam para uma projeção quantitativa
- Despesa federal em segurança pública (SEG-04)
- Vagas e déficit do sistema prisional (SISDEPEN)
- Estimativas de custo por vaga com método público
Cenário hipotéticoQualitativo: dados insuficientes para projeção
Moradias e investimento em infraestrutura
Propostas documentadas relacionadas
Nenhuma proposta verificada ligada a este cenário. 4 itens extraídos dos planos do TSE aguardam revisão de duas pessoas.
Citar uma proposta aqui não significa que ela será implementada nem que produzirá o resultado da conta. Nenhum resultado futuro é atribuído a candidato.
- 1. Indicadores de referência
- 2. Horizonte temporal
- 2027–2030.
- 3. Premissas
- Sem projeção: contratações de moradias (HAB-01) e investimento federal em transporte e infraestrutura (TRA-01, IFR-01) não foram coletados.
- 4. Fontes dos parâmetros
- Ministério das Cidades — contratações e entregas (a coletar)
- Tesouro/SIOP — investimento público federal (a coletar)
- 5. Método de cálculo
- Qualitativo. Metas de investimento total misturam recursos públicos, privados e de bancos públicos; sem a divisão, o impacto fiscal não pode ser calculado.
- 6. Cenário base e alternativas
- Não há base quantitativa.
- 7. Incertezas e limitações
- Moradias contratadas não são moradias entregues; o prazo de obra é de anos.
- Concessões dependem de leilões com interesse privado.
- 8. Possíveis impactos fiscais
- Nenhuma estimativa de custo com método público foi registrada para as propostas deste tema; o Eleitor Informado não estima custos.
- 9. Dependências legislativas e administrativas
- Legislativas:
- Programas habitacionais e fundos: lei ordinária e orçamento.
- Marcos regulatórios de setores: lei ordinária.
- FGTS (conselho curador)
- Agências reguladoras e licenciamento ambiental
- Estados e municípios (terrenos e infraestrutura urbana)
- 10. Fatores externos
- Juros e custo de construção
- Câmbio (equipamentos)
- Interesse de investidores privados
- Dados que faltam para uma projeção quantitativa
- Contratações e entregas de moradias (HAB-01)
- Investimento federal em transporte e infraestrutura (TRA-01, IFR-01)
- Leilões de concessões (IFR-02)
- Divisão público/privado das metas de investimento
Cenário hipotéticoQualitativo: dados insuficientes para projeção
Metas de educação: alfabetização e conectividade das escolas
Propostas documentadas relacionadas
Nenhuma proposta verificada ligada a este cenário. 4 itens extraídos dos planos do TSE aguardam revisão de duas pessoas.
Citar uma proposta aqui não significa que ela será implementada nem que produzirá o resultado da conta. Nenhum resultado futuro é atribuído a candidato.
- 1. Indicadores de referência
- 2. Horizonte temporal
- 2027–2030.
- 3. Premissas
- Sem projeção: o indicador de alfabetização na idade certa e a conectividade das escolas não estão no catálogo coletado.
- 4. Fontes dos parâmetros
- INEP — avaliações de alfabetização e Censo Escolar (a incluir no catálogo)
- 5. Método de cálculo
- Qualitativo.
- 6. Cenário base e alternativas
- Não há base quantitativa.
- 7. Incertezas e limitações
- Percentuais citados nos planos sobre a situação atual não foram conferidos pelo Eleitor Informado.
- A educação básica é executada por estados e municípios.
- 8. Possíveis impactos fiscais
- Nenhuma estimativa de custo com método público foi registrada para as propostas deste tema; o Eleitor Informado não estima custos.
- 9. Dependências legislativas e administrativas
- Legislativas:
- Plano Nacional de Educação e financiamento (Fundeb): lei.
- Regime de colaboração com estados e municípios
- Programas do MEC e do FNDE
- 10. Fatores externos
- Infraestrutura de telecomunicações nas regiões
- Formação e fixação de professores
- Dados que faltam para uma projeção quantitativa
- Indicador oficial de alfabetização na idade certa (INEP)
- Conectividade das escolas (Censo Escolar ou programa oficial)
Cenário hipotéticoQualitativo: dados insuficientes para projeção
Jornada e custo do trabalho
Propostas documentadas relacionadas
Nenhuma proposta verificada ligada a este cenário. 3 itens extraídos dos planos do TSE aguardam revisão de duas pessoas.
Citar uma proposta aqui não significa que ela será implementada nem que produzirá o resultado da conta. Nenhum resultado futuro é atribuído a candidato.
- 1. Indicadores de referência
- 2. Horizonte temporal
- 2027–2030.
- 3. Premissas
- Sem projeção: efeitos de mudanças de jornada ou de encargos sobre emprego e renda exigem estudos com método, que não foram registrados.
- 4. Fontes dos parâmetros
- Estudos de instituições com método público (nenhum registrado)
- 5. Método de cálculo
- Qualitativo.
- 6. Cenário base e alternativas
- Não há base quantitativa.
- 7. Incertezas e limitações
- Estudos sobre jornada e encargos chegam a resultados diferentes conforme o setor e o método.
- Efeitos levam tempo e dependem da negociação coletiva.
- 8. Possíveis impactos fiscais
- Redução de encargos sobre a folha reduz receita da Previdência, a menos que seja compensada; o valor depende do desenho, que os planos não detalham. Nenhuma estimativa de custo com método público foi registrada para as propostas deste tema; o Eleitor Informado não estima custos.
- 9. Dependências legislativas e administrativas
- Legislativas:
- Jornada máxima prevista na Constituição: PEC (três quintos).
- Encargos e contratos de trabalho: lei ordinária ou complementar.
- Fiscalização do trabalho
- Regulamentação pelo Ministério do Trabalho
- 10. Fatores externos
- Ciclo econômico
- Produtividade
- Mudanças tecnológicas
- Dados que faltam para uma projeção quantitativa
- Estudos de impacto com método público
- Dados de jornada por setor (PNAD Contínua, a incluir)
Parâmetros: Focus (snapshot SRC-BCB-FOCUS:b4f4d728b3592606); salário mínimo e INPC coletados em 12/10/2026, 23:46. Fórmulas e limitações: Metodologia, §12. Projeções institucionais completas: Cenários futuros.